Porque Dizemos Não? Minha casa, minhas regras e a influência das avós

O pitoco passou uns dias na casa das avós…
Na volta, o “estrago” era evidente. Afinal, pai e mãe criam. Avós estragam… É assim a ordem natural das coisas e já me convenci de que não tem como mudar isso.
Lá na casa das avós, parece que tudo é permitido. A vida é mais doce, os horários mais flexíveis, a comida mais gostosa… enfim… Não tem como competir. Chega a ser desleal…
A questão é que uma hora ele tem que voltar pra casa. E em casa, voltam as regras, os horários e os limites.
Bem… se acostumar com coisas boas e fáceis é muito rápido. Se acostumar com restrições é algo mais difícil e a mente infantil não processa muito bem os “Nãos” que damos em casa depois de uma temporada de loucuras, então sempre dá um pouco de trabalho.
Como não posso comer o danone que está na geladeira AGORA? Não adianta explicar que é pro lanche da escola… Muito complexo… Aí vem o choro, as brigas, e a paciência vai embora muito rápido.
A quantidade de vezes que o pitoco ficou de castigo nas ultimas semanas supera e muito o total do resto do ano. No final de semana, depois de uma sessão dessas, percebi que talvez nós estivéssemos perdendo a mão.
Como assim? Será que os “Nãos” que estou falando são mesmo necessários? Será que em algum momento eu não comecei a dizer “Não”, apenas pra provar quem manda? Será que é assim que eu devo mostrar quem manda para uma criança de 4 anos?
Enfim… Essas e outras reflexões estão no vídeo de hoje do canal Pai Mesmo.

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