Feliz 2016 – Um fim ou um começo?

Final de ano chegou e cada pessoa leva uma marca de 2016.

Mudanças, adaptações, projetos concluídos, planos iniciados. Para uns, não passa de uma data como outra qualquer. Para outros, essa época é cheia de significados espirituais e pessoais. Não importa em qual dos dois times você joga, sempre é um período de recomeço e reflexão.

Tempo em que fazemos um balanço de tudo que aconteceu nesse período e desaceleramos para apreciar a paisagem. É só nesses momentos de transição que se percebe que o trabalho tem janelas, que o caminho tem praças…

Nesse ano aconteceram nascimentos, casamentos, chegadas, partidas, começos e finais… Meu pitoco saiu das fraldas e meu avô começou a usa-las, só pra nos lembrar que tudo nessa vida é cíclico.

É tempo de se reunir com a família, motivo especial pra ver aqueles que a rotina ou a distância não permitem um contato maior durante o ano.

Se você perguntar para cada pessoa na sua mesa de natal ou ano novo, qual o acontecimento mais marcante de 2016, cada um vai ter uma resposta diferente. Damos valor para coisas diferentes, mas sempre buscamos o melhor de nós e de quem está a nosso redor. Que possamos, como diz um certo comercial por aí, dar valor aos momentos. Àqueles períodos de tempo que não se pode medir. Àqueles presentes sem valor em dinheiro (estar presente), aos sorrisos das crianças, às piadas na mesa do bar, aos fatos na mesa do jantar…

Muita gente está reclamando de 2016. Na verdade, não importa se seu ano não foi tão bom quanto você acha que poderia ser. Não sei se você percebeu, mas ele já está acabando. Há pouco que se possa fazer pra reverter isso. Uma vez ouvi que não se liga os pontos olhando pro futuro, mas analisando o passado. Olhe com carinho para seu 2016, veja o que aconteceu e o que você fez para que ele fosse assim. Se você tem algum sonho, transforme-o em plano. Se você errou em algo, conserte. Se está brigado, faça as pazes.

Espero que todos tenham tido um feliz 2016 e um 2017 excepcional!

São os votos de Danilo, o Pai Mesmo, Primeiro de seu nome, Protetor do Gigio, o assistidor de séries atrasado, aquele que fala com as câmeras…

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